Mostrando postagens com marcador - Humor/Curiosidades. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador - Humor/Curiosidades. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 17 de maio de 2012
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Curiosidade: Sobre o Beijo
No Dia do Beijo, descubra o que há por trás da troca de afeto com os lábios
Júlia Reis, iG São Paulo, com agências
O primeiro beijo erótico sobre o qual se tem evidência foi trocado em torno do ano 1.500 A.C, na Índia. Na Antiguidade, os romanos beijavam vestes e anéis de seus líderes para demonstrar submissão e respeito. Já na Idade Média, o gesto era visto como uma forma de selar acordos, com a boca fechada e firmeza no encontro dos lábios, explica Pedro Paulo Carneiro no livro "Dossiê do Beijo" (Editora Catedral das Letras). Segundo o autor, entre os persas, o beijo na boca era usado para saudar um amigo do mesmo nível social e, na Grécia, só era usado entre familiares e amigos muito próximos.
Calorias do beijo
Beijar estimula o cérebro a produzir o oxitocina, um hormônio que nos dá sensação de bem-estar. Durante um beijo apaixonado, uma pessoa movimenta 29 músculos e também gasta calorias – 5 deles são equivalentes a um quindim, segundo Cerneiro. Veja como queimar as calorias de outros alimentos beijando:
Fonte: "Dossiê do Beijo", Pedro Paulo Carneiro, Editora Catedral das Letras
Cacau x beijo
Um pedaço de chocolate pode excitar mais que um beijo apaixonado, segundo aponta um estudo feito pelo pesquisador David Lewis, da Universidade de Sussex e da empresa de pesquisa Mind Lab. Para o teste, foram fixados eletrodos e monitores cardíacos em voluntários que deixaram pedaços de chocolate derretendo na boca e, em seguida, beijaram o parceiro. O chocolate dobrou os batimentos do coração e estimulou de forma mais intensa e duradoura o cérebro que o beijo.
Promissor – ou não
Um primeiro beijo ruim pode impedir que o relacionamento vá pra frente. O encontro dos lábios ajuda na seleção dos parceiros, já que estimula a troca de sensações e testa a compatibilidade dos pretendentes. Mais da metade das mulheres (59%) e dos homens (66%) já terminou uma relação em função de um beijo que não foi bom, segundo Sheril Kirshenbaum, pesquisadora da Universidade do Texas e autora do livro "The Science of Kissing " (“A Ciência do Beijo”, ainda não lançado no Brasil). Na publicação, ela diz ainda que o primeiro beijo é mais marcante para as pessoas que a perda da virgindade.
Um dos primeiros beijos registrados na história do cinema foi no curto filme “The Kiss”, de 1896, com os atores May Irwin e John C. Rice.
Destros e canhotos
Na hora de beijar o parceiro, dois terços das pessoas viram a cabeça para o lado direito, segundo um estudo do pesquisador alemão Onur Güntürkün, da Universidade Ruhr. Ele observou 124 casais se beijando nos Estados Unidos, Alemanha e Turquia e sugere que a escolha de lado tem origem em preferências espaciais desenvolvidas no fim da gestação e início da vida, além de questões culturais.
Elas valorizam mais
Uma pesquisa da Universidade de Nova York mostrou que as mulheres dão mais importância para o primeiro beijo como um fator para estabelecer uma relação a longo prazo. Já os homens usam mais o encontro dos lábios como forma de aumentar suas chances de fazer sexo. Cientistas explicam que o beijo é uma ferramenta evolucionária para ajudar a mulher a achar o melhor pai para seus filhos.
Uma mulher beija, em media, 22 homens diferentes até conhecer o amor da sua vida. É o que indica a pesquisa encomendada pelo site britânico de relacionamentos Meeteez divulgada no início de 2011. O levantamento conclui também que eles beijam 23 parceiras até assumirem uma relação de longo prazo.
Recorde
Um casal tailandês bateu o recorde do beijo mais longo em fevereiro de 2001. Eles passaram mais de 46 horas com os lábios em contato em uma “maratona” de casais organizada na cidade Pattaya. O maior beijo até então registrado durou 32 horas, na Alemanha.
Fonte
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Curiosidade: Arte em livros...
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Curiosidade: Qual é a origem da árvore de Natal?
Enfeitar árvores é um ritual antiqüíssimo, presente em praticamente todas as culturas e religiões pagãs, para celebrar a fertilidade da natureza. Os primeiros registros de sua adoção pelo cristianismo vêm do norte da Europa (terra dos pinheiros, a árvore de Natal clássica), no começo do século XVI - mas tudo indica que, a essa altura, já era uma tradição medieval. No antigo calendário cristão, o dia 24 de dezembro era dedicado a Adão e Eva, cuja história costumava ser reencenada nas igrejas. "O paraíso era representado plasticamente por uma árvore carregada de frutos, colocada no meio da cena teatral", afirma o teólogo Fernando Altermeyer, da PUC-SP.
As pessoas, então, passaram a montar essas alegorias em suas casas, com árvores cada vez mais decoradas: de velas (simbolizando a luz de Cristo), estrelas (alusão à estrela de Belém) e rosas (em homenagem à Virgem Maria) até hóstias (pedindo perdão pelos pecados). Nos séculos XVII e XVIII, o hábito se tornou tão popular entre os povos germânicos que eles mesmos o creditaram a seu maior líder religioso, Martinho Lutero (1483-1546), fundador do protestantismo. A árvore de Natal só se difundiu pelo resto do planeta a partir de 1841, quando o príncipe Albert (1819-1861) - esposo alemão da rainha Vitória - montou uma delas no palácio real britânico. Na época, o império vitoriano dominava mais de meio mundo e o costume logo se tornou universal.
Fonte
As pessoas, então, passaram a montar essas alegorias em suas casas, com árvores cada vez mais decoradas: de velas (simbolizando a luz de Cristo), estrelas (alusão à estrela de Belém) e rosas (em homenagem à Virgem Maria) até hóstias (pedindo perdão pelos pecados). Nos séculos XVII e XVIII, o hábito se tornou tão popular entre os povos germânicos que eles mesmos o creditaram a seu maior líder religioso, Martinho Lutero (1483-1546), fundador do protestantismo. A árvore de Natal só se difundiu pelo resto do planeta a partir de 1841, quando o príncipe Albert (1819-1861) - esposo alemão da rainha Vitória - montou uma delas no palácio real britânico. Na época, o império vitoriano dominava mais de meio mundo e o costume logo se tornou universal.
Fonte
sábado, 3 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
sábado, 19 de novembro de 2011
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)














